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Anúncio APF-Norte

A APF Norte encontra-se a constituir uma bolsa de recrutamento para Psicólogos/as.

Requisitos:

  • Licenciatura em Psicologia (pré-Bolonha) ou Mestrado em Psicologia
  • Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses
  • Identificação com a missão e valores da APF
  • Flexibilidade de horário

Os/as interessados/as deverão formalizar a sua disponibilidade, enviando até 7 de Novembro para apfnorte@apf.pt :

  • Carta de motivação
  • CV
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Anúncio APF-Lisboa

A Associação para o Planeamento da Família encontra-se em processo de recrutamento de Educador/a Social para desempenho de funções na APF Lisboa, Tejo e Sado.

Descrição:

  • Intervenção na resposta social CAFAP

Requisitos:

  • Licenciatura em Educação Social
  • Identificação com a missão e valores da APF
  • Disponibilidade imediata
  • Flexibilidade de horário

Oferta:

  • 17,5 horas semanais com contrato de trabalho a termo certo

Candidatura:

Os/as interessados/as deverão enviar os seguintes documentos para apflisboa@apflisboa.net até dia 26 de Outubro 2016:

  • CV atualizado
  • Carta de motivação
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Dia Internacional do Aborto Seguro

“Aborto inseguro ainda mata dezenas de milhares de mulheres’, alertam especialistas da ONU.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 22 milhões de abortos inseguros ocorrem por ano no mundo, e estima-se que 47 mil mulheres morram anualmente de complicações decorrentes do recurso a práticas inseguras para a interrupção da gravidez.

Conheça esta Campanha

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Participação Pública em Saúde

PARTICIPAÇÃO PÚBLICA EM SAÚDE: assine a petição pela Carta para a Participação Pública.

Carta para a Participação Pública em Saúde: 65 organizações (entre elas, a APF) e 26 individualidades são signatárias

 

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“A participação dos/as cidadãos/ãs, pessoas com ou sem doença, e das organizações que os/as representam é, tal como o direito à proteção da saúde, um direito fundamental, consagrado na Constituição da República Portuguesa.

Para além do direito à participação, o contributo dos/as cidadãos/ãs, enquanto pessoas que vivem com doença, utentes dos serviços de saúde ou consumidores de cuidados de saúde, e das organizações que os/as representam é extremamente relevante e, por isso, indispensável. A experiência adquirida sobre a doença, os cuidados de saúde e as instituições de saúde, dão-lhes um conhecimento único, com o qual podem contribuir para a tomada de decisão em saúde.

A participação dos cidadãos/ãs e das organizações representativas permite ainda adequar os cuidados de saúde às suas prioridades e necessidades, aumentando a qualidade da tomada de decisão, contribuindo para melhores resultados em saúde e reforçando também a legitimidade e a transparência dos processos de decisão.

Recentemente, o projeto “MAIS PARTICIPAÇÃO, melhor saúde” promoveu um inquérito sobre participação em saúde, com mais de 600 cidadãos/ãs e 68 organizações de pessoas com doença, utentes de saúde e consumidores. Foi unânime a concordância com o envolvimento das pessoas que vivem com doença, mas também com a necessidade de ultrapassar as barreiras existentes.

Para que, em Portugal, o envolvimento efetivo dos/as cidadãos/ãs na tomada de decisão em saúde seja uma realidade solicitamos que seja promovida uma iniciativa legislativa que institua a “Carta para a Participação Pública em Saúde” (disponível em http://bit.ly/2d6tUBg), da qual são signatárias 65 organizações de cidadãos com e sem doença e 26 cidadãos com intervenção reconhecida na área da saúde e da participação pública.”

Assinar a Petição

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Dia Mundial da Contraceção

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Dia mundial da contraceção, 26 de setembro, 2016

O acesso à saúde sexual e reprodutiva é um direito fundamental do indivíduo

“A APF e a SPDC alertam para as necessidades em contraceção”

A contraceção é essencial para promover a saúde sexual e reprodutiva, o desenvolvimento social e uma garantia para a autonomia dos cidadãos.

Em Portugal, a acessibilidade ao Planeamento Familiar, aos contracetivos, à contraceção de emergência e à interrupção voluntária de gravidez, por opção da mulher, estão devidamente fundamentados na legislação, e no quadro normativo que rege o Serviço Nacional de Saúde.

O que nos tranquiliza:

  • 94% das mulheres portugueses com vida sexual ativa usam contraceção [1];
  • A maioria das utilizadoras de contraceção optou por um método moderno, sendo o mais utilizado a pilula [1];
  • 80% das utilizadoras de preservativo utiliza este método como contracetivo e preventivo das doenças sexualmente transmissíveis [1];
  • O número de interrupções de gravidez por opção da mulher tem diminuído progressivamente. No último ano diminuiu 1,9% e entre 2008 e 2015, 10% [2];
  • O número de interrupções de gravidez por opção da mulher realizadas em Portugal é inferior à média Europeia [2];
  • 96% das mulheres que realizaram uma interrupção de gravidez optaram por um método de contraceção, 38% das quais um método de longa duração [2];
  • Não existiu mortalidade materna relacionada com o aborto [3];
  • Apesar da crise económica que o país atravessa, não se verificaram modificações na legislação e regulamentação relacionadas com o acesso aos cuidados reprodutivos.

O que nos preocupa:

  • O uso de contraceção nos extremos da vida reprodutiva é menor: 6% das adolescentes e 8% das mulheres com mais de 40 anos [1] não usam contraceção;
  • O número de mulheres que usa a pílula de forma irregular (mais de um esquecimento por mês/esquecimento em todos os ciclos) é superior a 40% nas utilizadoras com idade inferior a 29 anos [1];
  • 40% das mulheres com vida sexual ativa e a usar contraceção, não frequentou no último ano consulta de Planeamento Familiar (90% adolescentes; 50% entre os 20 e 29 anos) [1];
  • A Interrupção de Gravidez em mulheres de nacionalidade estrangeira voltou a aumentar em 2015 (16% em 2013, 17,2% em 2014 e 18,5% em 2015 [1]);
  • Em 2009 a educação sexual foi considerada obrigatória no plano curricular dos jovens. Em 2015 apenas 67,4% refere ter acesso a educação sexual/informação sobre contraceção e prevenção de infeções sexualmente transmissíveis [1];
  • O número de jovens que refere ter relações sexuais sob o efeito de drogas e/ou álcool tem aumentado progressivamente: em 2002, 12,1% e em 2014, 15,9% [4];
  • O acesso, as condições de prestação de cuidados de saúde reprodutivos e possibilidade de opção pelos métodos de contraceção têm muitas assimetrias no país, não assegurando condições igualitárias a todos os cidadãos.

 

A SPDC e a APF reafirmam o facto de que o acesso à saúde sexual e reprodutiva é um direito fundamental do indivíduo e alertam que restrições/dificuldades no acesso à contraceção não conduzem ao aumento da natalidade mas sim ao risco de uma gravidez não desejada com todas as consequências físicas, psicológicas e sociais associadas. É importante também salvaguardar os princípios que decorrem da lei onde está expresso que o “O acesso a essas consultas deve ser garantido, em igualdade de circunstâncias, às imigrantes, independentemente do seu estatuto legal”.

Alertam ainda que é urgente rever as condições da educação sexual.

 

[1] Estudo das Práticas contracetivas, 2015. Sociedade Portuguesa da Contraceção, Sociedade Portuguesa de Ginecologia

[2] Relatório dos registos das interrupções da gravidez dados de 2015 , Direção de Serviços de Prevenção da Doença e Promoção da Saúde

[3] Relatório de análise das complicações relacionadas com a interrupção da gravidez 2013 – 2014

Direção de Serviços de Prevenção da Doença e Promoção da Saúde

[4] A Saúde dos adolescentes portugueses em tempos de recessão, dados nacionais 2014. Health Behaviour in School-Aged Children (hbsc).

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“A Liberdade Começa Agora”

26 de Setembro 2016 – Dia Mundial da Contraceção – “Porque é que nos esquecemos de tomar a pílula?”

No dia 26 de Setembro, o Passeio Marítimo de Algés recebeu, ao fim da tarde, mais uma ação da campanha “A liberdade começa agora”, na qual diversas figuras públicas ficaram a conhecer os benefícios da contraceção de longa duração, para além das conclusões de um estudo internacional desenvolvido pela Bayer que demonstrou que o stress do dia-a-dia pode potenciar o esquecimento de determinados hábitos diários, nomeadamente a toma da pílula contracetiva. Veja algumas imagens deste momento.

28 de Junho 2016 – Bayer lança campanha de informação sobre contraceção de longa duração

Campanha “A Liberdade Começa Agora”, sem hora, nem data marcada, vai ficar na memória das mulheres portuguesas como uma mensagem a reter e a divulgar nas suas próprias redes sociais.

Esta campanha, da iniciativa da Bayer, tem a chancela da Sociedade Portuguesa da Contraceção e da Associação para o Planeamento da Família e irá decorrer nas redes sociais Instagram, Pinterest e Youtube, onde está o público feminino mais jovem.

A campanha tem como objetivo sensibilizar as mulheres jovens e a população feminina em idade reprodutiva para os benefícios da contraceção de longa duração, que permite a libertação de um regime diário de contraceção, sem horas, nem datas marcadas.

As sociedades médicas envolvidas nesta iniciativa, pretendem sensibilizar para a importância da escolha informada dos métodos de contraceção disponíveis, mas, sobretudo, derrubar mitos associados à contraceção de longa duração.

A contraceção de longa duração é uma escolha adequada para muitas mulheres, de diferentes idades, que não querem engravidar, incluindo mulheres jovens que nunca tiveram filhos.

“A Liberdade Começa Agora”, sem hora, nem data marcada e o hastag #Descomplica são alguns dos claims da campanha que vivem no site www.contracecaolongaduracao.pt (site lançado no âmbito da campanha). No site pode ainda descarregar informação sobre os vários métodos de contraceção e seguir, de uma forma interativa, todos os passos para descobrir uma contraceção segura e eficaz, adequada às necessidades específicas de cada mulher.

Sobre a contraceção de longa duração

A Contraceção de Longa Duração descreve um conjunto de métodos contracetivos reversíveis de elevada eficácia que atuam por um longo período de tempo. Entre os principais, incluem-se o SIU (sistema Intrauterino) hormonal, o DIU (dispositivo intrauterino) de cobre e o Implante.

Dados da Sociedade Portuguesa da Contraceção referem que o elevado número de gestações indesejadas e abortos ocorrem mais em mulheres com idade entre os 15-29 anos. As causas podem estar relacionadas com o uso indevido da toma de contracetivos de curta duração, atitudes de risco, falta de conhecimento e a elevada fecundidade.

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Interrupção da Gravidez em Portugal

Relatório dos Registos das Interrupções da Gravidez – Dados de 2015

Relatório de Análise das Complicações Relacionadas com a Interrupção da Gravidez – 2013/14

Relatório dos Registos das Interrupções da Gravidez – Dados de 2014 (edição revista em 2016)

Algumas Notas ao Relatório dos Dados de 2015

No que diz respeito às IG por todos os motivos:

Em 2015 foram realizadas 16454 interrupções de gravidez ao abrigo do artigo 142º do Código Penal, que prevê cinco motivos de exclusão de ilicitude de aborto.

Tal como já aconteceu em anos anteriores, as Interrupções da Gravidez (IG) por opção da mulher nas primeiras 10 semanas constituem cerca de 96,5% do total das interrupções realizadas.

O segundo motivo mais frequente de IG é: “grave doença ou malformação congénita do nascituro”.

 

No que diz respeito às IG por opção da mulher até às 10 semanas:

Em 2015 registaram-se 15873 IG nas primeiras 10 semanas por opção da mulher, o que corresponde a uma diminuição de 1,9% relativamente ao período homólogo de 2014.

No que diz respeito à idade da mulher, as classes em que se verificaram mais IG correspondem aos 20-24 anos (23,3%), 25-29 anos (21,1%) e 30-34 anos (19,1%), correspondendo a 63,6% do total das IG realizadas por opção nas primeiras 10 semanas. A IG em mulheres com menos de 20 anos diminuiu ligeiramente em relação ao ano anterior (11,1% em 2014 e 10,9% em 2015)

A proporção de IG em mulheres de nacionalidade não portuguesa aumentou de 17,2% para 18,5% face ao ano anterior. Para além disso registaram-se algumas alterações quanto às nacionalidades mais frequentes que recorrem à IG

Em 2015, 47% das mulheres que efetuaram IG nas primeiras 10 semanas vivia em regime de coabitação.

Em 2015, a condição perante o trabalho classificada como “Desempregado”, manteve-se como predominante, apresentando 20,4% do total dos registos, tendo diminuído 1,2% em relação ao ano de 2014.

Apesar de não se verificarem grandes variações, a categoria de “Trabalhadoras não Qualificadas” (18,3%) aumentou, enquanto que as categorias de “Estudantes” (16,5%) e “Agricultoras, Operárias, Artífices e outras Trabalhadoras Qualificadas” (13,2%) diminuíram ligeiramente, relativamente ao ano de 2014.

No que diz respeito ao grau de instrução, 38,5% das mulheres têm o Ensino Secundário; 27,% o 3º ciclo do Ensino Básico; 22,6% o Ensino Superior e 9,2% o 2º ciclo do Ensino Básico. Apenas em 31 casos as mulheres referiram não saber ler nem escrever, o que corresponde a 0,2% do total das mulheres que fizeram a IG

Em 2015, 50,5% das mulheres que efetuaram uma IG nas primeiras 10 semanas de gestação, por opção, referiram ter 1 a 2 filhos e 42,3% não tinham filhos. Estes dados são muito semelhantes aos verificados em anos anteriores.

Entre as mulheres que efetuaram uma IG em 2015, 70,1% nunca tinha realizado anteriormente uma interrupção, 21,7 % realizaram uma, 5,7 % tinham realizado duas e 2,5% já tinham realizado três ou mais no decorrer da sua idade fértil, independentemente da data de realização

Das interrupções realizadas durante 2015, 319 (1,9%) ocorreram em mulheres que já tinham realizado uma IG nesse ano. Estes dados são semelhantes aos anos anteriores.

Em 2015, 71,1% das IG por opção da mulher foram realizadas em unidades oficiais (Serviço Nacional de Saúde), o que constitui um aumento de cerca de 0,6% relativamente a 2014.

Das mulheres que realizaram IG nas primeiras 10 semanas 55 % são residentes na Região de Lisboa e Vale do Tejo. Tendo em conta a residência da utente, as IG são mais frequentes nas regiões da Grande Lisboa (37,6%), Grande Porto (11,3%) e Península de Setúbal (11%). Esta distribuição é também evidente nos indicadores de IG por nados-vivos e mulheres em idade fértil. É de notar que diminuiu a IG em quase todas as regiões de residência da utente, comparativamente ao ano de 2014, havendo um ligeiro aumento em LVT e Alentejo.

Os dados apurados relativamente às “IG por opção da mulher, por região de saúde da instituição” e “IG por opção da mulher, por residência da utente” (Figura 8) não são sobreponíveis. Este facto já foi salientado em 2013 e 2014. As regiões de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, Centro e Algarve recebem utentes com residência noutras regiões.

Nas IG realizadas em instituições do SNS, 56,4% decorreram do acesso direto das mulheres à consulta hospitalar, 33,9% tiveram uma referenciação prévia dos cuidados de saúde primários e 3,9% resultaram do encaminhamento de outras unidades hospitalares públicas. Em relação a 2014, manteve-se a tendência de aumento do número de mulheres que recorreram à consulta de IG por iniciativa própria, diminuindo a referenciação prévia pelos cuidados de saúde primários.

No que diz respeito às unidades privadas, a percentagem de mulheres encaminhadas por unidades hospitalares públicas, e pelos cuidados de saúde primários foi de 32,8% e 41,9% respetivamente. Procuraram estas unidades por iniciativa própria e não ao abrigo de encaminhamento do SNS 23,7% das mulheres, o que significa um ligeiro aumento.

Em 2015, 70,8% das IG por opção da mulher foram realizadas pelo método medicamentoso e 29% pelo método cirúrgico.

Nas unidades do SNS a grande maioria das interrupções (98,1%) são realizadas utilizando o método medicamentoso, tendo aumentado 1,6% comparativamente a 2014; nas unidades privadas, a quase totalidade das interrupções são realizadas pelo método cirúrgico (96,3%)

Em 2015, cerca de 95,7% das mulheres que realizaram IG por opção escolheram posteriormente um método de contraceção. Do total de mulheres que realizaram IG por opção, 37,9% escolheu um método contracetivo de longa duração (dispositivo intrauterino; implante contracetivo ou laqueação de trompas), o que constitui uma diminuição de 0,3% em relação a 2014.

Nos vários relatórios já publicados, a percentagem de utilização de contraceção pós IG por opção da mulher varia entre 94 e 97%.

Variação anual

  • Entre 2015 e 2014 houve uma diminuição de 1,8% para todos os motivos e 1,9% por opção da mulher nas primeiras 10 semanas;
  • Entre 2014 e 2008 registou-se uma diminuição de 10% por todos os motivos e de 10,2% por opção da mulher;
  • O máximo de variação de IG ocorreu entre 2013 e 2014;
  • Portugal tem-se situado sempre abaixo da média europeia considerando o indicador IG por 1000 nados.
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Trabalho da APF sobre MGF e Casamentos Forçados

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Portal do SNS é uma plataforma que fornece acesso a um vasto conjunto de informações e serviços on-line, disponibilizados pelas instituições que integram o SNS e restantes entidades do Ministério da Saúde.

O Portal está acessível a todos os cidadãos desde 1 de fevereiro de 2016, estando organizado nas áreas principais: SNS, Institucional, Cidadão, Profissional, incluindo indicadores de acesso, qualidade, eficiência e transparência.

A título de exemplo, na área do Cidadão é possível obter informação direta quanto aos serviços de saúde disponíveis no país em geral, marcar consultas on-line, renovar medicação, consultar tempos de espera, realizar testamento vital, entre outras funcionalidades.

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Mestrado Transdisciplinar de Sexologia

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Desconto especial para sócios/as da APF

Este ano lectivo será concedida a 20 sócios/as da APF uma redução de 25% sobre o valor da propina mensal relativa ao curso de Mestrado Transdisciplinar de Sexologia na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Lisboa.

O Mestrado tem a duração de 2 anos, sendo que o 1º ano equivale a uma Pós-Graduação e o Mestrado funciona em regime pós laboral. É o único Mestrado do país e um dos poucos da Europa.

A redução nas propinas é atribuída a 20 (vinte) associado/as, indicados anualmente pela APF, aos seus cônjuges, ou a quem viva em condição análoga à dos cônjuges devidamente comprovada, e filhos (que integrem o agregado familiar dos associados).

Os associados da APF dispõem de 7 dias úteis, após a data de inscrição no Mestrado Transdisciplinar em Sexologia, para fazerem o pedido de redução de propinas, junto do SASE da Universidade, devendo para tal entregar declaração emitida pela APF a atestarem que são sócios daquela entidade.

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Campanha Internacional pelo Direito das Mulheres ao Aborto Seguro

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Até ao dia 5 de Agosto, estão a ser recolhidas assinaturas para a Carta Aberta ao Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon e os chefes das sete agências da ONU, solicitando que o dia 28 de setembro passe a ser o Dia Internacional do Aborto Seguro, um dia oficial da ONU.

Até à data foram recolhidas 14 páginas de assinaturas, de organizações e pessoas singulares, em 92 países.

Para mais informações, consulte o site Safe Abortion Campaign.